Produto em destaque: SilverTowne – barra de prata de 10 onças

SilverTowne – barra de prata de 10 onças (311 g) 10_st_eagle_front   SilverTowne Mint – 5 onças – Estas recém-cunhadas barras de 5 onças SilverTowneÁguia de Prata são um produto da SilverTowne Mint baseado em Indiana, EUA. As barras desta coleção foram cunhadas a partir de 5 onças troy de prata 99,9% pura. Cada uma destas barras está em sua condição de nova e é enviada em um pacote selado a proteger a barra de qualquer dano. A frente desta barra exibe a águia careca quando ela majestosamente desce sobre um galho de árvore. A partir de suas garras à mostra para o movimento articulado de suas asas, o artista não poupou detalhes em capturar esta ave predatória em ação. O posicionamento dinâmico da águia é o suficiente para fazer o espectador se sentir como se o pássaro estivesse em movimento, descendo para pousar no galho de árvore. Sob a águia, aparece o nível de pureza e peso de cada barra por conveniência. Para fins de funcionalidade, o lado inverso da barra foi gravado com um padrão de entrecruzamento profundo através da sua superfície. Os sulcos profundos do padrão permitem um melhor controle sobre a barra durante o manuseamento. Eles também agem como uma fonte de tração para a barra, quando ele está sendo guardada ou empilhada. Por último, na parte inferior da barra há uma pequena imagem que descreve as mascotes da SilverTowne Mint, o antigo minerador e seu jumento. Eles representam o estado da arte de qualidade que muitos esperam dessa mineradora. O prazo de entrega é de 4 semanas após o pagamento. – Compre agora por R$ 1.600,00 a vista, mais taxa do Paypal. Ou parcele em até 10x no cartão (total R$ 1.828,80). O valor a vista com o desconto (12,5%) aparecerá no check-out do Paypal.     CONSULTE-NOS PARA PAGAMENTO POR DEPÓSITO (Sicoob) ou boleto, sem taxa, ou para quantidades diferentes da anunciada.     Em caso de dúvida, nos escreva: contato@pratapura.com

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Depois do fim do Brasil, Empiricus prevê dez anos de recessão

falling-off-the-chart1   A avaliação é do economista Felipe Miranda, sócio da Empiricus, a casa de análises independente que causou urticárias nos militantes mais aguerridos do PT, durante a campanha eleitoral de 2014. Em junho daquele ano, Miranda lançou a primeira versão da análise “O Fim do Brasil”, em que previa que o modelo desenvolvimentista adotado após 2008 levaria o País à crise. Processado pelo partido da presidente – e então candidata à reeleição – Dilma Rousseff, Miranda foi inocentado pela Justiça e viu a crise chegar a números piores que as suas previsões. Agora, ele afirma que estamos diante de uma década de carestia.

Miranda afirma que a maior bolha de ativos financeiros da história global está prestes a estourar. Ela foi criada pela ação dos bancos centrais de todo o mundo, após a crise de 2008. No afã de estimular as economias locais, as autoridades monetárias injetaram maciças doses de dinheiro no sistema, a taxas de juros muito baixas – ou até mesmo, zeradas. Segundo Miranda, cerca de US$ 12 trilhões entraram em circulação desde aquele ano, para evitar que a crise financeira se aprofundasse.

“Os preços inflados estão na raiz do problema”, diz o economista. Por trás da sofisticação dos jargões e das contas, o raciocínio é simples. Se há muito dinheiro em circulação, o crédito fica mais acessível e mais barato. As pessoas começam a se endividar para consumir. A demanda eleva os preços – de carros a imóveis, passando por qualquer coisa. No mercado financeiro e de capitais, ocorre o mesmo. Bancos e investidores continuam tendo acesso a crédito farto e barato. O dinheiro é usado para comprar ações, títulos de dívida de países e empresas, imóveis.

Bolhas

bubble
A bolha se forma, quando o valor desses bens e investimentos se descola da realidade. Como medir isso? Um exemplo é comparar o preço das ações com o quanto as empresas lucram. Segundo Miranda, o S&P 500, um dos principais indicadores da Bolsa de Nova York, mostra a maior distância entre o valor das ações que compõem o índice e o retorno que as empresas geram, desde 2008.

Outro exemplo é a capacidade de pagamento dos bancos centrais. Somente o Federal Reserve, dos Estados Unidos, tem obrigações de US$ 4,3 trilhões em títulos de dívida circulando pelo mercado. O problema é que seus ativos (a soma dos bens que possui) totalizam apenas US$ 56 bilhões. Antes da crise de 2008, o nível de alavancagem do Fed era de 22 para 1. Agora, está em 77 para 1. Isso significa que, para cada 1 dólar de capital próprio, o banco central americano possui 77 dólares em dívidas contraídas. De prático, se apenas parte dos investidores desconfiarem que o Fed não terá condições de pagar seus compromissos e decidirem antecipar a cobrança para se garantir, o banco quebra.

A China também é destaque, entre as preocupações de Miranda. A economia chinesa vem desacelerando e muitos apontam que o país vive uma “fraude do crescimento”. O motivo seria o impulso artificial da construção civil. Antes da crise, em 2008, a construção respondia por 17% do PIB dos Estados Unidos. Na China atual, o porcentual é de 50%. Além disso, às vésperas do estouro da crise das hipotecas americanas, um cidadão demorava, em média, 4,3 anos para quitar sua casa. Para os chineses, esse tempo é de 18 anos. Traduzindo: a construção tem mais peso, com dívidas mais longas, no Oriente.

Nas sombras

Além de tudo, grande parte do dinheiro que gira a economia chinesa passa pelo que os especialistas chamam de “shadow banks”, ou bancos obscuros. Trata-se de instituições fora do sistema financeiro regulamentado, uma espécie de agiotas mais sofisticados. Estima-se que, em 2012, 69% do PIB do país fosse movimentado por esses mecanismos paralelos. Isso torna difícil, por exemplo, mensurar o real impacto de uma desaceleração na economia local.

E o que tudo isso tem a ver com uma possível nova década perdida para o Brasil? Miranda afirma que o estouro da bolha de ativos gerada pelos bancos centrais vai gerar uma “crise sem precedentes em esfera global”, com o “colapso generalizadodo sistema financeiro. O estouro seria traduzido pela reavaliação do preço desses investimentos. Ou seja: se o mercado entender que os governos não têm condições de honrar os títulos que venderam, o preço desses papéis vai despencar, arrastando todos os outros.

Os efeitos globais dessa desconfiança serão a queda de cerca de 50% no valor das ações em todo o mundo; a insolvência de bancos; o desmantelamento da Zona do Euro; o estouro das bolhas de crédito e imobiliária na China; uma crise de capacidade de pagamento de dívidas de diversos países; a pulverização das moedas de nações emergentes e o fim do fluxo de capitais para essas regiões.

Brasil

Haveria vários canais de contaminação do Brasil. O primeiro é que a China é, atualmente, nossa maior parceira comercial, respondendo por 20% das exportações. O segundo é que dependemos de capital externo para financiar projetos importantes no País, como obras de infraestrutura e o pré-sal. Por isso, Miranda afirma que os dez anos de recessão serão antecedidos por alguns sinais: a) forte desvalorização do dólar, que pode bater em R$ 4; b) perda do grau de investimento do Brasil; c) aumento dos juros pagos pelo Brasil para captar dinheiro; d) forte queda no valor das ações; e) aumento do desemprego; f) queda dos salários e deterioração dos indicadores de distribuição de renda. “Os avanços sociais conquistados desde os anos 90 estarão em risco”, afirma.

Os prognósticos não são agradáveis e já despertam críticas de militantes políticos em redes sociais. O ponto, porém, é que, até aqui, Miranda acertou suas projeções, apesar do terremoto que causou com “O Fim do Brasil”. Em junho do ano passado, quando o publicou, o economista previa uma alta do dólar para R$ 2,60, a queda do superávit primário para cerca de 1% do PIB e um crescimento da economia da ordem de 1,3% para 2014. A realidade, porém, mostrou-se bem mais sombria: a moeda americana fechou cotada a R$ 3,246 nesta segunda-feira 16 e já está na faixa dos R$ 3,30. As contas do governo fecharam com um rombo (déficit primário) de 0,63%, o primeiro em mais de dez anos; e já há quem projete uma queda do PIB do ano passado, a ser divulgado no fim de março.

Em entrevista à DINHEIRO, em janeiro, Miranda afirmou que a deterioração do cenário “foi pior do que imaginava”. Antigamente, dizia-se que um resfriado na economia global gerava uma pneumonia no Brasil. Com a economia enfraquecida, o risco de cair de cama novamente está cada vez maior. Diante da nova previsão de uma década perdida, a maior preocupação é de que, novamente, a realidade seja pior do que as estimativas.

 

Proteja suas economias em dinheiro sólido antes que o sistema financeiro faça o dinheiro de papel evaporar!

 

Fonte.

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Produto em destaque – Ohio Precious Metals

Ohio Precious Metals

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Ohio Precious Metals – As barras da Ohio Precious Metals (OPM) novas em folha continuam a ser um item popular. Cada barra é enviada revestida em plástico, assim como recebemos da mineradora. A Ohio Precious Metals possui uma reputação imaculada de produtos de alta qualidade de metais preciosos. O design da barra apresenta a marca mundialmente conhecida da OPM. Cada barra também está estampada com sua pureza de 0,999 em prata fina, juntamente com seu selo denotando seu peso em onças troy. Além disso, a barra de prata OPM é carimbada onde é feita: nos EUA. O anverso da barra de prata apresenta um padrão baseado no logotipo OPM. A expertise em design da mineradora e o artesanato são evidentes em todos os aspectos deste barra de prata, que é muito popular entre os colecionadores e investidores. Estas barras de prata preciosas também fazem excelentes presentes para marcar ocasiões importantes. OPM tem sido uma refinaria de metais preciosos de confiança desde 1974.

 Barra OPM de 10 onças – Compre agora por R$ 1.600,00 a vista.

Taxa do Paypal : 6,0%

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Em caso de dúvida, nos escreva: contato@pratapura.com

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Produto em destaque – Republic Metals Corporation

Republic Metals Corporation

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Republic Metals Coprporation  é uma das maiores refinarias de metais com serviço completo na América do Norte. Sua refinaria está localizada em Miami, Florida, e eles têm operações satélite em Nova York, Los Angeles e Toronto. Eles têm recebido elogios como uma “refinaria verde” e a primeira nos Estados Unidos a conseguir a certificação ISO 1400-1 para o cumprimento da legislação ambiental. Republic Metals Corporation é uma marca aprovada  na Commodity Exchange (COMEX / CME Group), elegível para entregar prata para cobrir os contratos de futuros e de clientes de aposentadoria individual (IRA). As normas para estar neste prestigiado grupo de manufaturas são rigorosas, e estas normas são aplicadas no monitoramento proativo do produto para garantir a qualidade consistentemente superior. É simplesmente para o melhor dos melhores. Cada barra é enviada no estado original da Republic Metals. Elas são novas, mas não vêm seladas em plástico. Eles serão enviados de forma segura em sacos plásticos individuais. O prazo de entrega é de 4 semanas após o pagamento.

 Barra de 10 onças (311 g)– Compre agora por R$ 1.600,00 a vista, mais taxa do Paypal.

Taxa do Paypal : 6,0%

 

O pacote é enviado do Brasil para o seu endereço. Os impostos (I.I. e ICMS), já estão incluídos no valor.

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Em caso de dúvida, nos escreva: contato@pratapura.com

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Richard Russell avisa: a crise mundial vai piorar, venda todas as suas ações, e compre ouro e prata!

King-World-News-Warns-Richard-Russell-World-Now-Headed-Into-A-Frightening-Death-Spiral-1728x800_c   Enquanto o mundo continua a digerir as últimas notícias da Grécia, hoje o padrinho de escritores de boletins, Richard Russell de 90 anos , advertiu que a crise global vai piorar ainda mais, e que os investidores precisam despejar todas as ações ordinárias e comprar ouro e prata. Russell também explicou por que tempos mais duros ainda estão por vir no mundo.

“Eu esperava uma reviravolta ocorrer, com base nos trilhões de moeda fiduciária que foram recentemente criados. Eu esperava também a carga de dívida do mundo diminuir. No entanto, agora estou vendo que em vez de dívida mundial cair, a carga da dívida realmente tem acelerado. O balanço do mundo agora está pior do que nunca.

Tenho medo de que as forças dominantes de deflação irão assumir. Se entrar em uma espiral de deflação, que certamente irá trazer tempos difíceis – talvez mais difícil do que as gerações desde a Segunda Guerra Mundial tenham visto. Nesta base, eu aconselho meus leitores a comprar e manter prata e ouro físico e ficar fora de todas as ações ordinárias.

O BCE está agora seguindo o FED e entrou em processo de flexibilização quantitativa. O economista John Williams do Shadow Statistics acredita que em breve entraremos em um período de hiperinflação e depressão. Qualquer que seja o nosso destino, acredito que vamos ver pistas disso antes de 2015 terminar. Eu acredito que a área de maior segurança repousa na pura riqueza de prata e ouro físico.

Eu nunca pensei que eu iria atingir a idade de 90 anos. Agora, com 90, eu nunca pensei que eu estaria preocupado com o futuro…”

 

Proteja suas economias em prata física antes que ela fique cara demais!

 

Fonte.

 

 

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