A importância de comprar prata legalizada

Você já deve ter visto por aí anúncios de moedas ou mesmo barras de prata com preços até pela metade do valor que nós vendemos, e deve ter se perguntado: como isso é possível? Ou algo não está certo, ou esse pessoal da Pratapura é muito ganancioso!

A verdade é que não há mágica. A prata é considerada uma commodity, e como tal, paga todos os impostos de importação como qualquer mercadoria no Brasil. E isso mais do que dobra o custo, além dos impostos e encargos sobre a venda ao consumidor depois, e o famigerado ICMS sobre o valor final. Como você já deve saber, o Brasil praticamente não produz prata de mineração, que tem que ser importada. E a prata reciclada que alguns revendem por aí não tem as mínimas garantias do grau de pureza.

Os impostos que recaem sobre os produtos importados são:

II (Imposto sobre Importação) – o imposto federal é a cobrado sobre os produtos importados de outros países.  Tem alíquotas variáveis.

IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) – é cobrado tanto para produtos industrializados nacionais quanto internacionais. Ele incide sobre o item no momento do desembaraço aduaneiro.  A alíquota varia de acordo com o produto.

ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) – este imposto incide sobre serviço prestado no exterior ou com prestação que tenha iniciado fora do país. A alíquota varia de acordo com o Estado em que o produto será liberado. 

PIS (Programa de Integração Social/Importação) – tem alíquota geral de 1,65%, com tarifas diferentes para alguns produtos. 

Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) – sua alíquota geral é de 7,6% e também possui taxas especiais conforme o produto.

E tudo isso, exceto o II, incide novamente na revenda ao consumidor final, além do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica.

Mas como alguns anunciam moedas e barras de prata tão barato? A verdade crua é que simplesmente não pagam os impostos. Ou são pessoas físicas, que importaram ilegalmente por conta própria, revendendo em sites de anúncios, ou mesmo empresas que não fizeram a devida importação legal.

É por isso que esse sites de anúncios de vendas na internet, inclusive o maior e mais conhecido de todos, e muitas das lojas padrão estabelecidas em suas plataformas de venda, são chamados no meio do e-Commerce como os grandes camelódromos digitais… Claro que há empresas sérias vendendo por lá, mas também muitas não são… E é fácil distinguir pelos preços praticados… Ou você acha que realmente é possível vender barato assim, fazendo tudo legalmente?

Veja que, se você trouxer do exterior, no seu bolso, algumas moedas de prata no avião e queira revender pela internet ou outro meio, ou mesmo que tenha recebido as moedas pelos Correios num pacote que escapou da fiscalização da Receita Federal, talvez você não saiba, mas é crime de descaminho e falsidade ideológica, tipificados no Código Penal, o primeiro no artigo 334 e o segundo no 299. (fonte)

Mesmo que você tenha pago os impostos de importação como pessoa física, ainda assim não pode revender, pois também é crime, dessa vez contra a Ordem Tributária. A importação por pessoa física só é permitida para uso próprio ou individual, e objetos para colecionadores. (fonte)

Ainda há quem venda moedas e barras por esses preços muito baixos e ainda forneça nota fiscal se você pedir. E novamente, não há mágica. Essa nota fiscal é fruto de uma fraude contábil, pois a mercadoria, em sua entrada na contabilidade da empresa, não pagou os devidos impostos na importação, ou é fruto dos crimes já mencionados acima.

No Brasil, alguns tem a crença de que o empreendedor que faz tudo legalmente e certinho não progride, e opta pelo tal jeitinho brasileiro… Bom, nós não pensamos assim, e de fato, estamos há mais de 10 anos fornecendo barras e moedas de prata física legalizadas e com total confiança aos investidores que vislumbram o enorme potencial de reserva de valor desse metal. E vamos continuar no caminho correto!

E veja que para você, não há diferença se pagou 1.000 reais por 2 moedas legalizadas, que poderá revender tranquilamente, pois elas irão se valorizar proporcionalmente, ao invés dos riscos de pagar inicialmente os mesmos 1.000 reais por 5 moedas, que são ilegais, mas que não poderá revender com tranquilidade no futuro, tendo que negociar no mercado ilegal mais tarde. Além disso, quando revender sua prata ilegal, como vai explicar para a Receita Federal o grande valor extra em reais que apareceu em sua conta corrente? Novamente, teria que fazer tudo ilegalmente, em dinheiro de papel. Lembre que as transações em cédulas estão sendo cada vez mais limitadas pelos governos, no combate aos crimes de lavagem de dinheiro e financiamento ao tráfico de drogas e ao terrorismo.

Essa é uma das razões pelas quais somente recompramos as barras e moedas que nós mesmo vendemos à nossos clientes, pois temos certeza de estar trabalhando de forma legalizada, nem cometendo nem sendo conivente com crime algum, mesmo vivendo num país tão ávido por impostos.

Preferimos ter noites de sono tranquilas, sabendo que nossas contas estão certinhas e que nossa empresa vai ter perenidade, e que os consumidores terão um produto legalizado em suas mãos que poderão revender com a mesma tranquilidade no futuro. A nossa opção é nos mantermos firmemente norteados pelos nossos valores: honestidade, seriedade e confiança.

Proteja suas economias em barras e moedas de prata física, de forma legal e confiável, com a Pratapura.com!

4 comentários sobre “A importância de comprar prata legalizada

  1. Por favor, explique-me como seria uma REvenda legalizada, por parte de uma pessoa física, de um produto, como a prata, comprada de uma empresa que fez todo os trâmites legais, como é o caso da Prata-Pura. Isso é possível? Não consegui deduzir do texto, que aliás, é muito pertinente.

    • Sim, claro, no caso a nota fiscal e nossos registros de venda garantem a recompra por nós, e você pode vendar para qualquer outra pessoa ou empresa.

      • Ainda no caso de revenda por uma pessoa física e na perspectiva desta: deve-se entregar a nota fiscal original ao comprador, correto? E qual seria a sugestão de comprovação de que uma determinada peça (barra, moeda) foi repassada (um recibo assinado apenas já seria suficiente)?

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