Afirma Alasdair Macleod
No ano passado, os bancos centrais de todo o mundo adicionaram 1.037 toneladas líquidas de ouro às suas reservas, pouco abaixo do recorde de 1.082 toneladas adicionadas no ano anterior. O último Inquérito ao Ouro do Banco Central do Conselho Mundial do Ouro indica que este apetite pelo ouro não está a diminuir, com 29% dos bancos centrais a planear aumentar as suas reservas de ouro nos próximos 12 meses – o nível de interesse mais elevado desde o início do inquérito em 2018.
De acordo com Alasdair Macleod, os bancos centrais de todo o mundo estão cada vez mais conscientes do declínio do poder de compra das moedas fiduciárias, especialmente do dólar americano, que há muito é a moeda global dominante. Esta consciência leva os bancos centrais a procurar alternativas mais seguras, e o ouro emergiu como a opção preferida. A mudança para o ouro poderá ter sérias implicações para a dívida dos EUA, uma vez que a diminuição da confiança no dólar poderá levar a uma diminuição do investimento estrangeiro.
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