Segundo o Banco da Escócia, 2016 vai ser ‘cataclísmico’

Royal Bank of Scotland: 2016 será um “ano cataclísmico” e “os investidores devem ter medo”.

O Royal Bank of Scotland está dizendo aos seus clientes que 2016 vai ser um “ano catastrófico” e que eles devem “vender tudo”. Isso soa como algo que você pode ouvir de ‘O Blog Colapso Econômico’, mas até recentemente nunca teria esperado obter este tipo de mensagem de um dos vinte maiores bancos em todo o planeta.

Infelizmente, esta é apenas mais uma indicação de que uma grande crise financeira global já começou e que agora estamos entrando em um mercado declinante. O valor de mercado coletivo das empresas listadas no S & P 500 caiu cerca de um trilhão de dólares desde o início de 2016, e pânico está se espalhando como fogo em todo o globo. E, claro, quando o Royal Bank of Scotland sai e abertamente diz que “os investidores devem ter medo”, certamente não vai ajudar nos ânimos.

Espanta que o Royal Bank of Scotland está basicamente dizendo exatamente a mesma coisa muitos analistas independentes dizem há meses. Os mercados globais “estão piscando os mesmos alertas de estresse como fizeram antes da crise Lehman em 2008″ …

Então, qual deve ser a nossa resposta a estes sinais de alerta?

A coisa lógica a fazer é “vender tudo” exceto títulos de alta qualidade …

O maior banco da América, J. P. Morgan Chase, está “incitando os investidores a vender ações a qualquer sinal de balanço” …

Os grandes bancos não agem assim desde a grande crise financeira de 2008/2009. É evidente que algo realmente grande está acontecendo. Trilhões de dólares de riqueza financeira foram aniquilados em todo o mundo durante os últimos seis meses de 2015, e trilhões mais de dólares foram eliminados durante os primeiros 12 dias de 2016.

Você pode estar se perguntando por quê nas duas últimas semanas especialmente a Bovespa disparou. Lembre-se que os preços das ações das empresas e bancos brasileiros estavem em seu nível histórico mais baixo, uma barganha para os investidores estrangeiros. E foram estes investidores que estiveram comprando maciçamente ações nestes últimos 15 dias.

Porém, mesmo analistas brasileiros alertam, os fundamentos de nossa economia não justificam essa escalada

E por quê o dólar está baixando? o Real está ficando mais forte? Não se iluda. Estes mesmos investidores estrangeiros estão trocando seus dólares por reais para essas aquisições maciças na bolsa. E com maior oferta de dólares no mercado nacional, as cotações obviamente caem…

Mas isso não vai se sustentar. Simplesmente por que não há fundamento econômico para esta alta nas bolsas brasileiras. As ações simplesmente estavam muito baixas. E com as péssimas perspectivas nas principais bolsas de valores ao redor do mundo, o Brasil se tornou uma pechincha momentânea.

Mas este lucro vai ser realizado. Na mesma velocidade que as cotações subiram vão descer quando estes investidores estrangeiros (e alguns brasileiros mais antenados), realizarem seus lucros. Vai ficar com o mico quem comprar as ações agora, nessa alta. Não se iluda, a economia brasileira não sustenta essas cotações, nem para as ações dos bancos.

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Fonte parcial: link.

Brigas entre programadores ameaçam futuro do bitcoin

Daniel Auf der Mauer/The New York Times
-- PHOTO MOVED IN ADVANCE AND NOT FOR USE - ONLINE OR IN PRINT - BEFORE JAN. 17, 2016. -- Mike Hearn in his apartment in Zurich, Jan. 10, 2016. Hearn, one of a small brotherhood of Bitcoin developers around the world, has removed himself entirely from the virtual-currency project because of a nasty dispute that exposed fundamental differences about the aims of the enterprise and how online communities should be governed. (Daniel Auf der Mauer/The New York Times) - XNYT42« Back
Mike Hearn em seu apartamento na Suíça; ele é um dos ‘programadores-chave’ do bitcoin

NATHANIEL POPPER
DO “NEW YORK TIMES”

19/01/2016 02h00

 

Mike Hearn, um programador de computadores britânico, ficou trancado em seu apartamento de dois quartos em Zurique, por diversos dias, neste mês, para escrever um apaixonado protesto.

Dois anos atrás, Hearn deixou um confortável emprego como programador na unidade suíça do Google para se dedicar em tempo integral à sua grande paixão: a moeda virtual bitcoin. Ele era parte do pequeno grupo de desenvolvedores, de todo o mundo, que se dedicam a manter tanto o software básico que governa a criação de novos bitcoins quanto a rede na qual as transações financeiras com a moeda virtual acontecem.

Mas uma briga feia dilacerou a pequena irmandade de desenvolvedores do bitcoin e despertou dúvidas quanto à sobrevivência da moeda virtual. Hearn, até recentemente um dos líderes mais conhecidos do projeto Bitcoin, se desiludiu a tal ponto com ele que, em dezembro, vendeu as poucas centenas de bitcoins que lhe restavam e aceitou discretamente uma proposta de emprego apresentada por uma start-up.

O post apaixonado em que ele estava trabalhando para seu blog era o anúncio de que deixaria o bitcoin para trás de uma vez por todas. “O bitcoin deixou de ser uma comunidade transparente e aberta e se agora vive dominado por censura irrestrita e ataques mútuos entre os membros do grupo”, ele escreveu.

A disputa –que surgiu de uma questão sobre o número de transações por segundo que a rede do bitcoin deve ser capaz de aceitar– pode parecer algo que interessa apenas aos mais dedicados seguidores da tecnologia. Mas expôs diferenças mais profundas sobre os objetivos básicos do projeto Bitcoin e sobre o governo das comunidades on-line.

As partes em conflito retrataram uma à outra como, de um lado, populistas cujo objetivo é expandir o potencial comercial do bitcoin, e, do outro, elitistas mais preocupados em proteger o status da moeda virtual como desafiante radical às moedas existentes.

A divisão levou, nos últimos seis meses, a ameaças de morte contra desenvolvedores do bitcoin e a ataques de hackers que derrubaram provedores de acesso à internet. Os dois lados se sentem profundamente traídos. Um dos principais antagonistas de Hearn, um barbudo programador californiano chamado Gregory Maxwell, também parece ter se afastado de seu trabalho no bitcoin, depois de receber ameaças anônimas de morte.

Essas disputas internas surgiram no momento em que a tecnologia do bitcoin começa a ganhar credibilidade em Wall Street e no Vale do Silício. Ao longo das muitas controvérsias que abalaram a moeda virtual –entre as quais diversos casos de roubo e fraude–, o software básico continuou funcionando como esperado.

Essa consistência elevou o valor dos bitcoins em circulação a mais de US$ 6 bilhões e levou empresas do setor de capital para empreendimentos a imaginar que a tecnologia poderia se tornar o futuro das finanças, uma maneira mais rápida e barata de executar toda espécie de transação financeira.

Parte do atrativo primário do bitcoin é sua promessa de oferecer alternativa mais segura e confiável às moedas e redes financeiras existentes. Ao contrário do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e de Wall Street, instituições administradas por seres humanos, o bitcoin supostamente deveria depender da infalível lógica da matemática e dos códigos de computação.

Nesse sistema, programadores como Hearn, que muitas vezes contribuem voluntariamente com seus conhecimentos e trabalho, eram vistos como técnicos neutros.

A disputa atual, porém, é lembrete de que o software do bitcoin –como todos os códigos de computação– é um produto da mente humana e passa por evolução, e por isso seu desenvolvimento está sujeito às fragilidades humanas e a divergências de ideias.

Não há certeza quanto a quem realmente deu início à briga, mas no momento os dois lados estão em impasse, e isso deixou o software do bitcoin –e a moeda virtual em si– no limbo. Hearn está convencido de que o impasse em breve tornará difícil realizar até mesmo transações simples, e que isso terminará por afastar os usuários e resultar em um colapso de preço.

As preocupações de Hearn quanto ao impasse foram ecoadas, muitas vezes em tom menos estridente, por número crescente de outros desenvolvedores, bem como por startups que compram, vendem e mantêm bitcoins.

Gavin Andersen, colaborador próximo de Hearns e um dos mais veteranos participantes no desenvolvimento do software do bitcoin, disse que a disputa provavelmente causaria perturbações em curto prazo, mas que discorda da ideia de que ela prejudicará as perspectivas do bitcoin em longo prazo. Outros líderes do bitcoin expressaram sentimento semelhante, e os investidores parecem inclinados a acreditar neles: o preço do bitcoin na verdade subiu nos últimos meses, para cerca de US$ 430 por bitcoin.

Alguns dos aliados de Hearn na batalha esperam que o impasse possa ser rompido se as grandes companhias do bitcoin se unirem em torno de algo como o Bitcoin Classic, uma nova versão do software básico do bitcoin anunciada este mês, com o objetivo de expandir a capacidade da rede e ao mesmo tempo introduzir novos padrões de governança.

Mas Hearn está convencido de que já é tarde demais. Em passeios noturnos nos bosques perto de seu apartamento em Zurique, ele vem tentando descobrir em que ponto o bitcoin começou a dar errado, e o que isso significa para as crenças idealistas que o levaram ao processo.

“Jamais me ocorreu que a coisa pudesse simplesmente se desmantelar por as pessoas terem enlouquecido e por haver desacordos políticos fundamentais quanto aos objetivos do projeto”, disse Hearn em entrevista por Skype, de seu apartamento. “Isso realmente abalou minha fé na humanidade”.

 

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Empresa estoca 3 meses de comida e 10 milhões de US$ em metais preciosos para seus empregados, para o colapso financeiro que se aproxima!

A cruzada do CEO da Overstock Patrick Byrne contra vendedores a descoberto em particular, e de Wall Street e do Federal Reserve em geral, tem sido conhecida e amplamente documentada.

Mas pouco sabemos o quanto o presidente da Overstock Jonathan Johnson é um oponente feroz do sistema de dinheiro fiat, e a tendência de Wall Street de criar bolha após bolha, se não mais do que o próprio Byrne. Isso, e que a sua empresa realmente coloca seu dinheiro onde ele é lastreado em ouro e prata em preparação para a próxima crise, tem tomado medidas sem precedentes para se preparar para o que vem a seguir.

No mês passado Johnson, que também é candidato a governador de Utah, discursou na United Precious Metals Association, ou UPMA, que tira proveito de um estatuto especial de Utah permitindo a ela usar o ouro e a prata como moeda de curso legal, oferecendo contas lastreadas em ouro e prata. O UPMA pega notas do FED (ou dólares de papel) que depois troca pordólares de ouro (ou de prata). Eles têm curso legal sob a lei e são protegidas como tal, nos EUA.

O que disse Johnson na UPMA? Aqui estão algumas citações escolhidas:

Nós não somos grandes fãs de Wall Street e nós não confiamos neles. Nós previmos a crise financeira, nós lutamos contra a crise financeira que aconteceu em 2008; nós não confiamos nos bancos e prevemos que com o QE3, e QE4 e QE n, em algum momento vai haver uma outra crise financeira significativa.

Então, o que fazemos como um negócio, para que possamos estar preparados quando isso acontecer. Uma coisa que nós fazemos é bastante singular: nós temos cerca de US $ 10 milhões em metais preciosos, principalmente em pequenas moedas, que guardamos fora do sistema bancário. Esperamos que quando houver uma crise financeira, haverá um feriado bancário. Eu não sei se ele vai ser 2 dias ou 2 semanas ou 2 meses. Nós temos $ 10 milhões em ouro e prata em denominações pequenas o suficiente que podemos usar para a folha de pagamento. Nós queremos ser capazes de manter nossos empregados pagos, seguros e nossa estrutura em funcionamento durante uma crise financeira.

O conteúdo do resto de seu discurso é em grande parte familiar aos defensores de dinheiro sólido: o papel fiat não tem valor, o ouro físico e a prata – tanto como moeda ou ativo – tem um tremendo valor, e deve ser guardado fora dos bancos (uma vez que um colapso sistêmico certamente envolverá o confisco de ouro).

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Por que o FMI, a ONU, o BIS e o Citi estão todos avisando que uma crise econômica pode ser iminente?

Os avisos estão ficando mais altos. Tem alguém ouvindo?

Durante meses, várias pessoas tem avisado como o sistema financeiro global está absolutamente pronto para uma crise, e agora algumas das mais importantes instituições financeiras em todo o mundo estão alertando sobre exatamente a mesma coisa. Por exemplo, semana passada o Telegraph havia publicado um artigo com a seguinte manchete ameaçadora: “uma crise de crédito corporativa de 3 trilhões de US$ surge com os devedores enfrentando dia do acerto de contas, diz o FMI“. E, na verdade, estamos caminhando para o que poderia ser melhor descrito como um “congelamento do crédito“, ou um “pânico de crédito“, mas “crise de crédito” servir por enquanto. O FMI está alertando que a “alavancagem excessiva perigosa” que temos assistido “ameaça desencadear uma onda de defaults” em todo o globo …

O FMI está realmente dizendo a verdade neste caso. Estamos no meio da maior bolha de dívida que o mundo já viu, o que é uma ameaça monumental para o sistema financeiro global.

Mas, apesar de sabermos sobre essa ameaça, isso não significa que podemos fazer algo sobre isso neste momento ou parar o que está para acontecer.

O Banco da Inglaterra, a ONU e do Banco de Compensações Internacionais (BIS) têm emitido avisos de sinistros semelhantes.

O economista do Citigroup Willem Buiter também acredita que grande dificuldade está no horizonte. Na verdade, ele está advertindo publicamente para uma “recessão global” em 2016 …

Normalmente, quando estamos mergulhados em uma nova crise há algum tipo de “evento de disparo” que cria o pânico generalizado.

Há poucas semanas, o maior banco da Alemanha, Deutsche Bank, estava à beira de um problema enorme. O banco anunciou uma perda de mais de 6 bilhões de dólares no terceiro trimestre de 2015 …

Fique de olho no Alemanha – os problemas estão apenas começando.

Outro fato importante é que os grandes países exportadores como a China, que costumavam comprar lotes da dívida do governo dos EUA estão agora despejando-os a um ritmo sem precedentes.

Sim, eu sei, o mercado de ações subiu mais uma vez, e todos os otimistas são irracionais, mais uma vez nos dizendo que tudo vai ficar bem.

A verdade, é claro, é que tudo não vai ficar bem. Muitos dados apotam que a maior crise econômica que os Estados Unidos jamais viu está chegando. Ao menos ninguém vai poder dizer vocês não foram avisados.

Aqueles que têm fé cega em Barack Obama, Dilma Rousseff, Wall Street, Federal Reserve e em outros grandes bancos centrais ao redor do planeta, continuarão a ironizar a idéia de que um grande colapso está vindo, por tanto tempo quanto puderem.

Mas quando o dia do julgamento chegar e a crise bater em suas portas, o que eles vão dizer, então?

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O homem que previu o sequestro dos depósitos do povo grego diz que outro colapso é iminente!

Arrow graph going down

James Turk:   “Tudo o que precisamos fazer é olhar ao redor, para concluir que um colapso financeiro como a que vimos em 2008 está se aproximando rapidamente. Está escrito em toda a parede, e está lá para qualquer pessoa disposta a abrir os olhos ….

A queda livre recente dos preços das ações chinesas e em todo o mundo é uma bandeira vermelha, para não mencionar que os preços dos imóveis estão pendurados por um fio e prontos para seguir em queda, com os investidores procurando liquidez e segurança.

Então é claro que é a Grécia, e, mais geralmente, os problemas das economias fracas e as cargas pesadas de dívida na zona do euro, assim como em outros estados de bem-estar altamente endividados fora da Europa.

Nós podemos tirar duas conclusões a partir do que vemos: em primeiro lugar, a intervenção do governo nos mercados é um processo destrutivo que no final faz uma confusão de coisas. Este processo termina, inevitavelmente, em um desastre, porque as decisões são tomadas como são percebidas como politicamente convenientes em vez de serem fundamentadas como deveriam em finanças e economia.

Tome a Grécia como um exemplo óbvio, acho que por volta de maio de 2010, quando a incapacidade da Grécia para pagar suas dívidas tinha atingido uma fase crítica pela primeira vez. O presidente do Banco Central Europeu na época era Jean-Claude Trichet, que foi incansável em afirmar que o BCE como instituição era independente dos políticos e não seria o veículo para socorrer a Grécia.

Ele não fez essas declarações depois que políticos europeus, liderados pela chanceler Angela Merkel, decidiram em uma reunião de fim de semana, em seguida, que a Grécia deveria ser socorrida e o BCE iria fazê-lo. Como conseqüência, o BCE tem agora um problema de 115.000.000.000 de €, que é o montante da dívida grega em seus livros.

Por que os políticos não apenas deixaram a Grécia ir há cinco anos quando os problemas do país eram menores e, portanto, mais facilmente gerenciáveis? Porque os políticos não são orientados para os negócios. Eles não podiam perder a face, deixando seu amado ‘projeto europeu‘ arrebentar pelas costuras, o que pode acontecer a qualquer momento agora de qualquer maneira, uma vez que o BCE é fundamentalmente insolvente porque o papel inútil grego que detém é superior ao seu patrimônio líquido.

Os políticos não entendem a responsabilidade financeira nem as conseqüências de suas ações quando eles interveem. Lembre-se, a história tem mostrado que os governos destroem mercados muito antes que possam entender como o processo do mercado e do capitalismo funcionam. E na Europa, vemos esse desfecho em andamento.

O segundo ponto é que o sistema bancário como é praticado hoje é fundamentalmente falho. Aqui eu estou me referindo às duas funções dos bancos – empréstimos e processamento de pagamentos. A maioria da atividade econômica hoje é feita com moeda de depósito. Em outras palavras, o dinheiro em depósito nos bancos circula como moeda no comércio do ordenante para o beneficiário com transferências bancárias, cartões de plástico, pagamentos eletrônicos e com o antiquado, mas ainda amplamente utilizado talão de cheques. Se um banco falir porque ele tem feito empréstimos ruins, tudo isso é perdido.

Mesmo que um banco não falir, mas simplesmente parar de funcionar, como estamos vimos na Grécia, a economia sofre uma parada, que é a difícil situação da Grécia, enquanto seus bancos estão fechados. As ramificações são profundas quando a maioria do comércio para. As empresas que não estão preparadas entram em colapso junto com a economia, e se eles têm empréstimos em aberto, seu colapso piora as perspectivas para os bancos. Além disso, a receita fiscal do governo sofre uma parada, tornando ainda mais difícil lidar com a carga da dívida do país.

A resposta para isso, a forma imprudente em que o sistema bancário é praticado, é a de separar os bancos de crédito – aqueles que fazem empréstimos – dos bancos de comércio – aqueles que são responsáveis por pagamentos. A melhor maneira de fazer pagamentos é usar ouro, porque quando se utiliza um ativo tangível como moeda, você elimina o risco da contraparte. Eliminar o risco da contraparte é agora a melhor coisa que poderia acontecer para a economia global.

Há um último ponto para falar sobre a Grécia. Quando os bancos foram fechados na Grécia, as pessoas já não tinham acesso ao seu ouro e prata armazenados em cofres. Por esta razão, eu sempre recomendo não armazenar qualquer coisa em qualquer banco ou qualquer cofre de banco. Não corra riscos com o seu ouro físico e prata, que é o ativo base na carteira de todos. ”

 

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