Informações importantes do por que a recente queda das cotações dos metais preciosos não tem sentido

É importante perceber que o achatamento das cotações dos papeis de metais preciosos  nesta última semana não tem sentido quando consideramos que os fundamentos subjacentes nos EUA e no sistema financeiro global continuam a se desintegrar. Alguns analistas veem que a atual onda de vendas de papéis de metais preciosos é nada mais do que uma mera distração do curso do desastre financeiro sistêmico causado pelo Deutsche Bank.

Além disso, temos o estranho aumento da dívida fiscal dos EUA em US $ 1,4 trilhões em 2016, enquanto o déficit orçamental foi inferior a metade disso. O valor líquido do patrimônio dos EUA de US $ 89 trilhões (Q2 2016) contra US $ 58 em 2010 não se baseia na realidade, como pode ser verificado, por exemplo, pelo consumo total de energia, que foi realmente menor no período:

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É importante saber que os ativos financeiros devem se basear em energia. Apenas o uso de energia em crescimento pode indicar um aumento no patrimônio líquido de um país. No gráfico acima, podemos ver claramente que o consumo total de energia nos EUA tem sido relativamente estável desde 2010, e o patrimônio líquido total dos EUA no entanto saltou $ 31 trilhões.

Por outro lado, de 1950 a 2000, o consumo total de energia nos EUA praticamente triplicou, de 34 quatrilhões de BTUs para 98 quatrilhões de BTUs. Assim, o aumento da energia consumida traduziu-se em um maior patrimônio líquido dos ativos dos EUA.

Este é apenas mais um aspecto de porquê é muito importante informar-se no momento da compra e armazenamento de metais preciosos.

Este é um momento muito interessante para a compra de metais, aproveitando a cotação favorável do US Dollar e da prata, melhor do que há poucos meses atrás. Mas não sabemos quanto tempo esta janela de oportunidade vai durar.

Proteja suas economias em prata física antes que ela fique mais cara, e entre em contato conosco para uma cotação personalizada, especialmente para quantidades acima de 20 onças, quando o preço final fica bem mais em conta.

 

Fonte.

 

A evolução do preço da prata

A evolução do preço da prata

 

Algumas das perguntas mais frequentes e inquietantes de nossos clientes e investidores, principalmente os iniciantes, são: quanto vale a prata realmente? E se eu quiser revender?

O valor da prata física é um produto de vários fatores. Aqui nestes artigos buscamos ajudar o investidor a compreender um pouco melhor o assunto.

Há dois aspectos que gostaríamos de destacar. Primeiro, entre as cotações de papel sem lastro e a aquisição da prata física há um ‘prêmio’ a pagar. A falta de lastro dos papéis (derivativos) que norteiam as cotações é o fator preponderante. Segundo, o Brasil não produz prata em grande quantidade, e por isso depende da importação de grandes países produtores. Obviamente o conhecido ‘custo Brasil’ e seus altos impostos de importação, aliados às exigências draconianas que são impostas aos empreendedores no país são fatores determinantes para o preço final do produto.

No gráfico abaixo apresentamos a evolução dos valores praticados por PrataPura.com para a venda da prata física no varejo (em azul), desde 2011, por onça troy, em relação às cotações de papel (em salmão) e a cotação do US Dollar frente ao Real (em cinza):

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Assim que começamos nossas atividades, em 2011, as cotações da prata estavam em franca evolução, até meados de 2012. A partir daí as cotações sofreram um declínio, até 2015. Porém, no Brasil, os preços da prata física continuaram a se valorizar, em razão da desvalorização do Real frente ao US Dollar, uma vez que os custos de câmbio e importação são regulados pela moeda estadunidense. Em 2016, mesmo com o valor do US Dollar frente ao Real diminuindo um pouco, a cotação da prata voltou a subir, acarretando na contínua valorização da prata física.

Como vemos, a valorização da prata física é contínua, mas gradual. Por isso, é essencial que o investir tenha clareza de que a compra de prata física deve ser um investimento de longo prazo, como reserva de valor. O investidor não deve alocar recursos em prata física caso tenha que revendê-la logo em seguida, pois assim poderá ter prejuízos. O investidor precavido deve sempre contar com uma reserva em espécie, para emergências de curto prazo.

 

Porém, além disso, acreditamos que o investimento em prata física, especialmente neste momento, é muitíssimo interessante, por sua relação com o ouro, por exemplo. Historicamente, a relação das cotações ouro:prata está agora em torno de seu pico mais alto nos últimos 100 anos, como vemos no gráfico abaixo, mas já declinando:

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Esta relação, que estava na média em 30:1 de 1915 até 1928, foi jogada para 80:1 na década de 1930. Em seguida caiu para 40:1 nas décadas de 1950 a 60, e a 20:1 em 1970. Gradualmente, a cotação da prata foi novamente sendo desvalorizada a partir daí, chegando na faixa da relação a 80:1 em 1990. Na atual década estamos numa média de 70:1, com vários picos de valorização da prata, notadamente em 2006, 2008 e 2011. Mas os bancos que fixam as cotações dos metais têm tido dificuldade em segurar os preços dos papéis, tendo que despejar literalmente bilhões de dólares nos mercados para isso. Você pode ler mais sobre isso aqui.

Estamos num momento único destes últimos 100 anos, com a prata novamente em seu nível mais baixo em relação ao ouro. Mas a janela para ganhos maiores pode estar se fechando. Tudo indica que a relação está prestes a despencar novamente, voltando a sua média histórica, com a prata se valorizando drasticamente nos próximos anos.

 

Cotações do Ouro (azul) e da Prata (amarelo):

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Que valor a prata atingirá? Isso é difícil de prever, mas o que os dados consistentemente nos mostram, é que este é o momento certo para investir.

 

Aproveite antes que a prata física fique cara demais!

 

Em grande vitória para os investidores em ouro e prata, a ação judicial de manipulação contra os bancos de fixação das cotações foi autorizada a prosseguir!

Em abril, os investidoress em metais preciosos sentiram-se vingados quando o Deutsche Bank concordou com um processo legal de julho 2014 alegando manipulação de metais preciosos por um consórcio de bancos. Apenas para lembrar, em julho de 2014, soube-se que um grupo de bancos, incluindo Deutsche Bank, Bank of Nova Scotia e HSBC (mais tarde o UBS também foi adicionado aos réus) foram acusados de manipulação de preços no mercado, em vários bilhões de dólares.

O processo, que foi originalmente apresentado em um tribunal distrital de Nova York pelo litigante veterano J. Scott Nicholson, um residente de Washington DC, que alegou que os bancos, que supervisionam a centenária cotação da prata manipularam o mercado de futuros e da prata física desde janeiro de 2007. O processo, posteriormente, recebeu o status de ação de classe. Foi o primeiro caso relacionado a cotação da prata.

A conspiração começou em 1999, suprimiu os preços em cerca de US $ 30 bilhões em prata e instrumentos financeiros derivados da prata negociados a cada ano, e permitiu aos bancos retornos que podem chegar a 100 por cento anualizado, disseram os autores.

Muitos esperavam que este caso nunca iria a qualquer lugar e que os bancos réus teriam proteção indefinidamente: pois os seus orçamentos legais eram muito maiores do que os dos demandantes.

Recentemente, um Tribunal Federal dos Estados Unidos decidiu que o processo – o primeiro de seu tipo – tem mérito e passará agora a pronunciar-se sobre as reivindicações contra o HSBC e o Bank of Nova Scotia.

E assim o processo de descoberta começa, que irá expor o quanto a manipulação do mercado afeta a cotação da prata (como existe um processo paralelo em relação ao ouro), por grandes bancos.

Ou talvez não: como relata a Reuters, os bancos planejam buscar logo a aprovação preliminar de um acordo, disse na quarta-feira o advogado Vincent Briganti. Os termos não foram divulgados.

Em qualquer caso, o juiz determinou que “as partes devem aparecer para uma conferência pré-julgamento em 28 de Outubro de 2016, 15:00 na sala 443 do tribunal de Thurgood Marshall, 40 Foley Square, Nova York, NY 10007.”

O processo é um dos muitos na corte de Manhattan em que os investidores acusam os bancos de conspirar para achatar as taxas e os preços nos mercados financeiros e de commodities. Cortesia da presente decisão: os alegados bancos “manipuladores” agora estão muito mais ansiosos para chegar a um acordo ou arriscam um processo de descoberta completa explodindo nas manchetes.

 

Proteja suas economias em prata física antes que ela fique cara demais!

 

Fonte.

O que é uma onça troy?

 

Quando busca comprar metais preciosos como ouro e prata, você pode ter visto duas medidas de peso usadas, como onça-troy e uma onça.

Em geral, a onça troy é comumente usada para metais preciosos em vez da unidade tradicional e mais familiar, a onça. Onças são usadas nos EUA para produtos que são mais familiares, como alimentos ou talheres.

Uma onça-troy equivale a 1/12 de uma libra troy, onde uma onça padrão é equivalente a 1/16 de uma libra.

 

Quantos gramas há em uma onça troy?

A onça troy é aproximadamente 10 por cento mais pesada do que uma onça típica, portanto, o peso da onça troy é maior. A onça troy pesa 31,1035 gramas e a onça tradicional pesa 28,3495 gramas. A importância disso vem a calhar quando você está comprando de um revendedor de metais preciosos. É vendido em onças ou onça troy? O preço do ouro ou prata por onça troy é muito diferente do que o preço de uma onça padrão.

O sistema avoirdupois, que nos fornece a onça tradicional, difere do sistema que nos dá a onça troy. O sistema troy leva em conta os padrões de pureza dos Metais Preciosos. Originalmente proveniente da cidade francesa de Troyes, tem sido um padrão de medições de Metais Preciosos por centenas de anos. O processo de conversão da onça avoirdupois à onça troy é bastante simples. Divida a onça tradicional por 0,91 e você vai ter o peso em onça troy. O sistema de peso muitas vezes pode ser confuso e alguns varejistas  de metais preciosos irão vender-lhe um produto como uma onça tradicional, mas cobrar-lhe-ão um peso de onça troy.

 

Outras informações sobre a onça-troy

  • Esta foi a base para a moeda introduzida por Henry II da Inglaterra.
  • Os Inglêses adotaram o sistema francês durante este tempo.
  • O sistema troy foi aprovada pela Casa da Moeda doa EUA em 1828.

 

 

 

Os quatro principais Metais Preciosos: quais serão os melhores investimentos para o próximo colapso financeiro

 

Quando o próximo crash financeiro ocorrer, os investidores precisarão saber quais dos quatro principais metais preciosos serão os melhores para investir. Infelizmente, tem havido uma grande quantidade de análise defeituosa que tenta enganar muitos investidores sobre os fundamentos do ouro, platina, paládio e prata.

Enquanto alguns apenas tocaram em aspectos individuais, muito poucos têm feito uma análise em profundidade sobre estes metais para instruir adequadamente os investidores.

 

Os fundamentos importantes dos quatro principais Metais Preciosos

Produção pelas minas: Vamos olhar para a produção da mina anual de prata, ouro, paládio e platina. De acordo com o Gold, Silver & Platinum Group Surveys fornecido pela GFMS (Thomson Reuters), o mundo produziu 877 milhões de onças (Moz) de prata, 101 Moz de ouro, 6,7 Moz de paládio e 6,1 Moz de platina em 2015:

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Como podemos ver, existem 9 vezes mais prata produzida do que o ouro, 15 vezes mais ouro do que o paládio e 16 vezes mais ouro do que a platina. Muitos analistas têm erroneamente afirmado que, devido à raridade da platina ou do paládio, seu valor deve ser muito maior do que o ouro. Além disso, outros analistas acreditam que o valor da prata deve ser muito maior do que a sua atual relação de 69/1 contra o ouro, devido à existência de apenas nove vezes mais prata produzidos do que o ouro.

A relação de produção de prata/ouro pode ter sido mais uma representação do valor de mercado destes dois metais preciosos centenas de anos atrás, ou nos tempos antigos, devido à forma como foram extraídos da terra (pelo trabalho humano e animal). No entanto, isso mudou desde o final de 1800, com as fontes de energia de carvão e de óleo substituindo o trabalho humano e animal.

Custos de produção: Os valores atuais dos quatro principais metais preciosos são baseados em seu custo de produção, e não em sua relação. O gráfico abaixo mostra o custo estimado da produção de ouro, platina e prata. O paládio foi omitido porque os maiores produtores do metal o tem como um subproduto do níquel e da platina. Independentemente disso, os poucos produtores de paládio primário provavelmente o produzem nas margens de custos semelhantes ao ouro, platina e prata, como mostrados abaixo:

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Podemos ver que o saldo estimada para o ouro (seg. Barrick & Newmont) em 2015 foi de US $ 1.120 por onça. O preço médio do ouro em 2015 foi de US $ 1.160. Assim, estas duas empresas de mineração de ouro fizeram um lucro de US $ 40 por onça. Para a platina, o ponto de equilíbrio estimado foi de US $ 1.130 em 2015, enquanto o preço médio foi de US $ 1.054. Assim, estas duas principais mineradoras de platina tiveram um lucro de US $ 24 por onça.

Agora a prata. Para as duas maiores empresas de mineração de prata primárias o equilíbrio estimado para 2015 foi de US $ 15,00, enquanto o preço  médio foi de US $ 15,68. O que significa que, estas duas mineradoras tiveram um lucro de US $ 0,68 por onça. Na verdade, a Tahoe Resources informou um lucro muito grande, enquanto a Pan American Silver declarou prejuízo em 2015. No entanto, com a média destas duas empresas, nos deparamos com um lucro de US $ 0,68.

Basicamente, as margens de lucro destes três metais foram de 2,2% para a platina, 3,4% para o ouro e 4,5% para a prata. Estas são as margens muito baixas. Esses perfis de custo de produção destes metais são o que os comerciantes e ou algoritmos usam para valorar o ouro, a platina e a prata. O mesmo seria verdadeiro para o paládio, mesom que não tenhamos seus dados em mãos.

Assim, o valor de estes metais não se baseia na sua razão de produção, mas sim o seu custo de produção. O que significa que, qualquer analista de metais preciosos que diz: “o ouro é o atvo monetário chave do mercado de metais”, não entende que ele está sendo valorizado como uma mera commodity, tal como a platina, o paládio e a prata.

No entanto, certas análises sugerem que o atual “mecanismo de commodity precificada” do ouro e da prata mudará para um patamar de alta qualidade de valor quando a pior crise financeira da história se passar em um futuro próximo.

A demanda de investimentos em metais preciosos: Enquanto a maioria dos websites de metais preciosos se concentram em promover o investimento em ouro e prata, vários estão divulgando o benefício de possuir platina e paládio. Infelizmente, a maioria das razões indicadas para a platina ou paládio podem vir a serem falsas ou incorretas no futuro. Dito isto, vamos dar uma olhada na percentagem de investimento físico de varejo em relação a demanda total para cada metal em 2015:

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O ouro foi o vencedor claro com 39% da demanda total no varejo físico e investimento pelos Bancos Centrais. A prata veio no segundo lugar com 23% da demanda total de investimento. Como podemos ver, o investimento em platina foi de 6% da demanda total, enquanto o investimento de paládio foi de apenas 0,5% (meio por cento) do total da procura.

Mesmo que o ouro tenha uma percentagem de investimento muito maior (31%) do total da demanda, num período de cinco anos, a prata é o vencedor claro quando se trata de quantidade total de metal (em onças) investidos pelo público:

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Os investidores compraram um total de 1.141 Moz (1,14 milhão onças) de prata entre 2011-2015, enquanto que o investimento de ouro foi de 223 Moz, em platina foi de 1,3 Moz e o paládio ficou em um distante quarto lugar em 0.2 Moz.

Estes números revelam uma “mentalidade” muito significativo ou “psicologia” de preferência dos investidores. É claro, a quantidade total em dólares de investimento em ouro dos Moz 223 é muito mais elevada do que os 1.114 Moz de prata, mas o volume de metal comprado, prova que os investidores têm uma verdadeira afinidade pela prata.

 

Porque o ouro e a prata serão os principais metais preciosos durante o próximo colapso financeiro: O ouro e a prata serão os principais ativo durante a próxima crise financeira, não a platina ou o paládio. Enquanto que a platina e o paládio poderiam fornecer ao investidor algum relativo valor de propriedade no futuro, o próximo colapso termodinâmico do petróleo irá destruir a capacidade do mercado de produzir ou consumir platina e paládio próximo dos volumes atuais.

Infelizmente, a maioria do público não tem nenhuma pista sobre investir em platina ou paládio e destes metais como reserva de valor. A maior parte do investimento nesses metais industriais são um hedge ou aposta contra a escassez de oferta futura ou picos de preços. Em vez disso, o ouro e a prata são mais conhecidos pelo público como dinheiro e verdadeiras reservas de valor.

Enquanto a prata é esquecida pela grande mídia e por muitos dos analistas de metais preciosos e considerada apenas como mais um metal industrial, é uma excelente reserva de valor, como o ouro. A única diferença é o seu custo de produção. No entanto, o custo de produção se tornará um indicador menos importante para o valor do ouro e da prata no futuro, quando os US$ 250 trilhões de derivativos em títulos, ações, imóveis e fundos de seguros evaporarem.

Infelizmente, muito poucas pessoas entendem o que está vindo em nossa direção. Em vez disso, eles se agarram a uma noção que, mesmo que um crash financeiro seja difícil, quando a poeira baixar, vamos começar a crescer e expandir nossa economia baseada em dinheiro real. Gente, o crescimento tal como a conhecemos, terá acabado para sempre.

É por isso que é importante entender as ramificações desta penhasco que se avizinha. Os investidores que entendem as implicações desse precipício irão considerar cair fora da maioria das ações, títulos e imóveis e se garantir em ouro e prata físicos.

 

Proteja suas economias em prata física antes que ela fique cara demais!

 

Fonte.