Sobre o confisco de ouro na Índia

Resultado de imagem para india gold manAinda não foi notícia na grande mídia aqui no Brasil, mas talvez alguns mais antenados já tenham tido ciência. Recentemente, logo após banir de circulação as maiores notas de papel moeda emitidas pelo seu banco central, o governo da Índia proibiu também a posse de quantidades significativas de ouro.

As notas proibidas foram as de 500 e 1.000 rúpias, o que corresponde a algo como 7,30 e 14,60 US$. São as maiores notas que circulavam por lá. Isso se deveu ao fato de que a Índia é um dos países com menor acesso ao sistema bancário (contas corrente) no mundo. A enorme maioria das pessoas não confia nos bancos, e guarda seu dinheiro em baixo do colchão. E tem uma grande tradição em guardar suas reservas em ouro, sejam jóias ou barras e moedas.

O problema disso é que a economia deles é muito informal, então a maior parte desse dinheiro não é declarada para fins de retenção de imposto… e o governo resolveu acabar com essa farra… A proibição das notas de 500 e 1.000 rúpias tirou 85% das cédulas de circulação. Do dia para a noite, milhões de pessoas viram suas economias virarem pó. Naturalmente, houve muito caos e protestos. O objetivo declarado é acabar com a sonegação, e forçar as pessoas a usarem o sistema bancário convencional.

Quanto ao ouro, o governo permitiu a posse de  apenas 500 g para uma mulher casada, 250 g para uma mulher solteira, e 100 g para um homem, sem comprovação de origem. Assim, mesmo não havendo declaração da fonte de renda para a aquisição desse ouro, esse limite foi considerado tolerável, a título de poder ter sido recebido como presente. O que exceder esse montante, pode ser sumariamente confiscado pelos agentes do governo, por provavelmente tratar-se de sonegação de impostos.

Recentemente tivemos ilustrações de como essa sonegação e lavagem de dinheiro com jóias se opera, com um certo ex-governador de um certo estado do sudeste do país, atolado em crise e denúncias de corrupção.

Enfim, essa ideia de controle de capitais já foi aventada pela Venezuela há poucos dias, cuja situação dispensa mais comentários, e agora também pela União Européia, com o objetivo de combater o terrorismo.

Mas qual é o ponto em que quero chegar? Bom, você também pode estar receoso de que o confisco de metais preciosos também pode acontecer no Brasil, como ocorreu nos EUA nos anos 30, para socorrer o Tesouro Norte-Americano em apuros com sua gastança desenfreada, pois US Dollar ainda era lastreado em ouro até então. Mesmo nos EUA, onde é muito comum as famílias preservarem suas economias em prata e ouro tangíveis, não raros analistas (1, 2, 3) acreditam ser praticamente impossível que isso ocorra novamente. Isso se deve ao fato de que a vinculação do valor do US$ em relação ao ouro foi abolida por Nixon em 1973, e desde então os EUA podem imprimir papel moeda a vontade, sem gerar inflação, pois o resto do mundo concordou em usar as verdinhas como moeda de troca no comércio internacional, especialmente no comércio do petróleo, o famoso ‘petrodolar’. Bom, quando os países resolverem que não precisam do US Dollar para fazer comércio entre si, e podem trocar suas mercadorias e petróleo diretamente com suas próprias moedas, a farra norteamericana vai acabar, e esse movimento já está acontecendo.

Mas voltando ao assunto, no Brasil vivemos num Estado Democrático de Direito. Na Europa, a preocupação é com o dinheiro ilegal que pode financiar o terrorismo de fato. Investigações tem apontado que até cartões de crédito pré-pagos tem sido usados para financiar o terrorismo. Nestes casos, as autoridades estão planejando a exigência de o comprador apresentar um documento de identidade para utilizar esse tipo de cartão em compras acima de 150 Euros.

Dessa forma,  se você faz sua declaração de renda de maneira correta, tem uma ocupação lícita e busca preservar parte de suas economias em ativos tangíveis como barras e moedas de prata, não tem nada com o que se preocupar, apenas declare essas reservas em seu imposto de renda, e guarde as notas fiscais!

Temos a convicção de que a aquisição de prata física no momento atual é uma excelente estratégia para valorizar suas economias ao longo prazo, como várias vezes já comentamos aqui, e é essencial que você faça suas aquisições de forma legalizada, com nota fiscal. Assim você tem um comprovante de sua compra e de suas reservas, e não fica sujeito à desconfianças de auditores fiscais, e mesmo em questões de lavagem de dinheiro de origem escusa.

Nós, de Pratapura.com, nos esforçamos para lhe oferecer a oportunidade de preservar suas economias em ativos sólidos, com alto potencial de valorização, e de forma totalmente legalizada.

Conte com a gente sempre que precisar!

 

 

Governo indiano proíbe a circulação de dinheiro vivo; pessoas morrem e perdem sua poupança

A justificativa era dificultar a corrupção no próprio governo e reduzir o mercado negro

 

Na segunda semana de novembro, o primeiro-ministro da Índia Narendra Modi anunciou que as cédulas de 500 rúpias (US$ 7,50 ou R$ 25) e de 1.000 rúpias (US$ 15 ou R$ 50) estavam banidas. Ou seja, tornava-se proibido qualquer pessoa utilizá-las na economia.

A surpreendente e traumática medida — mantida em segredo até o último momento e adotada literalmente da noite para o dia — tinha o intuito, segundo o governo, de atacar os integrantes do mercado negro (que utilizam exclusivamente dinheiro vivo de alto valor nominal), acabar com a corrupção que atualmente permeia todos os níveis do governo e reduzir a sonegação.

Essas duas cédulas abolidas representavam quase 80% de todo o dinheiro vivo em circulação, e, segundo o governo, eram utilizadas majoritariamente para sonegar impostos e pagar propinas.

No entanto, a medida serviu apenas para criar caos e desespero para milhões de cidadãos indianos. Da noite para o dia, eles se viram em posse de um dinheiro que não mais tinha uso. Não apenas toda a sua poupança na forma de dinheiro vivo havia sido subitamente aniquilada, como ainda havia se torna impossível comprar itens básicos.

Consequentemente, as pessoas correram para os caixas automáticos dos bancos para tentar sacar cédulas de menor denominação (ainda permitidas). Como era de se esperar, os caixas rapidamente ficaram sem dinheiro. Outras correram para os bancos, o que gerou enormes filas, as quais se degeneraram em brigas físicas e tumultos generalizados. Várias pessoas foram pisoteadas. Também, como era de se esperar, os bancos não tinham dinheiro vivo suficiente para atender a todas as demandas.

Repentinamente, boa parte da população não tinha dinheiro para comprar comida e itens básicos. Uma menina de 8 anos morreu porque seu pai não conseguiu levá-la ao hospital, já que o posto de gasolina estava proibido pelo governo de aceitar a cédula de 1.000 rúpias oferecida pelo pai. Sem gasolina, o homem teve de ver a filha morrer.

Essas são apenas uma pequena fração das histórias de horror vivenciadas pelos indianos. Em meio a tamanho caos, o governo decidiu reintroduzir essas cédulas abolidas, mas agora com um novo desenho. Mais: ele também criou uma nova cédula de 2.000 rúpias — o que, na prática, revoga todos os seus objetivos declarados.

Aturando e arcando com tudo

O fato é que vários indianos estão tão fartos da rotineira corrupção que assola o país, que eles estão dispostos, ainda que contrariados, a arcar com estes fardos se tais medidas realmente acabarem com a corrupção. Mal sabem eles que isso não fará nem cócegas: todo esse confisco do dinheiro gerou apenas uma inconveniência temporária para os sonegadores e lavadores de dinheiro, os quais já encontraram brechas que não apenas permitiram que eles minimizassem as perdas como ainda lucrassem com a medida.

E isso — o fato de a tentativa de proibir o dinheiro ter gerado efeitos não-premeditados e ter beneficiado aqueles a quem o governo queria punir — é ótimo: novas tentativas asininas serão agora menos prováveis.

Outros, mais sensatos, já perceberam que “o verdadeiro dinheiro da corrupção e do mercado negro… já está guardado em contas bancárias na Suíça”, de modo que são as pessoas comuns e os pequenos comerciantes e empreendedores os realmente afetados pela medida.

A Índia possui uma das populações menos bancarizadas do mundo (apenas 35% da população utiliza bancos). Isso significa que mais de 800 milhões de pessoas não têm conta bancária e, consequentemente, mantinham toda a sua poupança em dinheiro vivo. Todas estas pessoas não apenas tiveram, repentinamente, sua poupança aniquilada, como agora terão de ir aos bancos para trocar as cédulas inutilizadas pelas cédulas novas.

Mas há um problema: pelas regras impostas pelo governo, os bancos só podem trocar 4.000 rúpias por dia (o equivalente a R$ 200). Consequentemente, aqueles que têm mais do que isso terão de abrir conta em banco e depositar todo o dinheiro. Quem depositar mais de 250 mil rúpias (R$ 12 mil) será investigado e interrogado pelo governo. E se o governo decidir que esse indivíduo sonegou impostos, seu dinheiro será confiscado e uma multa de 200% será imposta.

O prazo final para se trocar todo o dinheiro nos bancos é 30 de dezembro.

Ou seja, ao fim e ao cabo, são estes indivíduos — pequenos poupadores, pequenos empreendedores e pequenos comerciantes — que ficarão em posse de um grande volume de cédulas sem valor tão logo os bancos pararem de trocar as cédulas antigas pelas novas.

A luta pela liberdade

Mas é sempre interessante ver as maneiras como alguns indianos estão mantendo sua liberdade e protegendo sua privacidade, além de evitarem o confisco dos impostos gerados por esse evento.

A primeira alternativa foi recorrer ao Bitcoin. A cripto-moeda ajuda a conduzir transações anonimamente; o governo não consegue monitorar. Como resultado da medida do governo, o preço do Bitcoin pulou de 46.963 rúpias para 48.665 em apenas 12 horas. As pessoas estão comprando Bitcoinspara lidar com essa situação. Mas essas são uma ínfima minoria, sofisticada o bastante para isso.

E quanto às pessoas de baixa renda que não possuem smartphones e acesso à internet? Elas estão recorrendo a um método interessante, que valeria um artigo próprio: elas estão utilizando vouchers da Sodexo. Várias pequenas empresas pagam seus empregados parcialmente com estes cupons, os quais podem ser usados para comprar alimentos, pagar refeições e outras coisas. Os comerciantes que recebem esses vouchers podem trocá-los por dinheiro no final do ano.

Quando os indianos se viram sem dinheiro, eles utilizaram os vouchers para conseguir comida nos supermercados e mercearias. Consequentemente, o comerciante agora paga seus fornecedores também com vouchers em vez de dinheiro vivo. O fornecedor, por sua vez, utiliza esses vouchers em outras áreas. Isso porque os vouchers valem por um ano. Empreendedores utilizam esses vouchers em suas transações diárias porque essas transações não precisam ser declaradas para fins de coleta de impostos. Impostos sobre vendas, impostos sobre serviços, e vários outros impostos são evitados desta maneira. É um tipo de moeda paralela sendo utilizada nas cidades indianas.

Se toda essa guerra ao dinheiro vivo continuar, empreendedores irão descobrir e criar novas maneiras de ajudar as pessoas a fugir dos impostos. E isso não seria nada mal.

Não é um crime arranjar seus empreendimentos de maneira a pagar a menor quantidade de impostos possível. Com efeito, é dever sagrado de cada indivíduo garantir que o governo e sua máfia recebam a menor quantia possível de dinheiro, de modo que cada indivíduo trabalhador e sua família fiquem com o máximo possível. Dinheiro nas mãos de pessoas trabalhadoras e empreendedoras é muito mais bem utilizado do que na mão de políticos e burocratas. Quanto mais dinheiro vai para o governo, mais o governo gasta, mais ele cresce, e mais a economia privada (a que realmente cria riqueza) definha. Quanto maior a participação do governo na economia, menor a participação do setor privado.

Consequentemente, quanto mais o governo for privado do dinheiro dos cidadãos, melhor para a economia privada, que é quem cria riqueza. Dar menos dinheiro para o governo é a única maneira de se preservar a liberdade e garantir uma vida melhor para todos, principalmente para a sua própria família.

Frequentemente, a lição mais difícil de ser entendida é que a melhor e única maneira de se acabar com esses tipos de autoritarismo é esfaimando o governo que os cria.

 

Lembre-se: sempre é bom contar com um certo montante em dinheiro físico real, como barras e moedas de prata!

 

Fonte.

Os quatro principais Metais Preciosos: quais serão os melhores investimentos para o próximo colapso financeiro

 

Quando o próximo crash financeiro ocorrer, os investidores precisarão saber quais dos quatro principais metais preciosos serão os melhores para investir. Infelizmente, tem havido uma grande quantidade de análise defeituosa que tenta enganar muitos investidores sobre os fundamentos do ouro, platina, paládio e prata.

Enquanto alguns apenas tocaram em aspectos individuais, muito poucos têm feito uma análise em profundidade sobre estes metais para instruir adequadamente os investidores.

 

Os fundamentos importantes dos quatro principais Metais Preciosos

Produção pelas minas: Vamos olhar para a produção da mina anual de prata, ouro, paládio e platina. De acordo com o Gold, Silver & Platinum Group Surveys fornecido pela GFMS (Thomson Reuters), o mundo produziu 877 milhões de onças (Moz) de prata, 101 Moz de ouro, 6,7 Moz de paládio e 6,1 Moz de platina em 2015:

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Como podemos ver, existem 9 vezes mais prata produzida do que o ouro, 15 vezes mais ouro do que o paládio e 16 vezes mais ouro do que a platina. Muitos analistas têm erroneamente afirmado que, devido à raridade da platina ou do paládio, seu valor deve ser muito maior do que o ouro. Além disso, outros analistas acreditam que o valor da prata deve ser muito maior do que a sua atual relação de 69/1 contra o ouro, devido à existência de apenas nove vezes mais prata produzidos do que o ouro.

A relação de produção de prata/ouro pode ter sido mais uma representação do valor de mercado destes dois metais preciosos centenas de anos atrás, ou nos tempos antigos, devido à forma como foram extraídos da terra (pelo trabalho humano e animal). No entanto, isso mudou desde o final de 1800, com as fontes de energia de carvão e de óleo substituindo o trabalho humano e animal.

Custos de produção: Os valores atuais dos quatro principais metais preciosos são baseados em seu custo de produção, e não em sua relação. O gráfico abaixo mostra o custo estimado da produção de ouro, platina e prata. O paládio foi omitido porque os maiores produtores do metal o tem como um subproduto do níquel e da platina. Independentemente disso, os poucos produtores de paládio primário provavelmente o produzem nas margens de custos semelhantes ao ouro, platina e prata, como mostrados abaixo:

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Podemos ver que o saldo estimada para o ouro (seg. Barrick & Newmont) em 2015 foi de US $ 1.120 por onça. O preço médio do ouro em 2015 foi de US $ 1.160. Assim, estas duas empresas de mineração de ouro fizeram um lucro de US $ 40 por onça. Para a platina, o ponto de equilíbrio estimado foi de US $ 1.130 em 2015, enquanto o preço médio foi de US $ 1.054. Assim, estas duas principais mineradoras de platina tiveram um lucro de US $ 24 por onça.

Agora a prata. Para as duas maiores empresas de mineração de prata primárias o equilíbrio estimado para 2015 foi de US $ 15,00, enquanto o preço  médio foi de US $ 15,68. O que significa que, estas duas mineradoras tiveram um lucro de US $ 0,68 por onça. Na verdade, a Tahoe Resources informou um lucro muito grande, enquanto a Pan American Silver declarou prejuízo em 2015. No entanto, com a média destas duas empresas, nos deparamos com um lucro de US $ 0,68.

Basicamente, as margens de lucro destes três metais foram de 2,2% para a platina, 3,4% para o ouro e 4,5% para a prata. Estas são as margens muito baixas. Esses perfis de custo de produção destes metais são o que os comerciantes e ou algoritmos usam para valorar o ouro, a platina e a prata. O mesmo seria verdadeiro para o paládio, mesom que não tenhamos seus dados em mãos.

Assim, o valor de estes metais não se baseia na sua razão de produção, mas sim o seu custo de produção. O que significa que, qualquer analista de metais preciosos que diz: “o ouro é o atvo monetário chave do mercado de metais”, não entende que ele está sendo valorizado como uma mera commodity, tal como a platina, o paládio e a prata.

No entanto, certas análises sugerem que o atual “mecanismo de commodity precificada” do ouro e da prata mudará para um patamar de alta qualidade de valor quando a pior crise financeira da história se passar em um futuro próximo.

A demanda de investimentos em metais preciosos: Enquanto a maioria dos websites de metais preciosos se concentram em promover o investimento em ouro e prata, vários estão divulgando o benefício de possuir platina e paládio. Infelizmente, a maioria das razões indicadas para a platina ou paládio podem vir a serem falsas ou incorretas no futuro. Dito isto, vamos dar uma olhada na percentagem de investimento físico de varejo em relação a demanda total para cada metal em 2015:

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O ouro foi o vencedor claro com 39% da demanda total no varejo físico e investimento pelos Bancos Centrais. A prata veio no segundo lugar com 23% da demanda total de investimento. Como podemos ver, o investimento em platina foi de 6% da demanda total, enquanto o investimento de paládio foi de apenas 0,5% (meio por cento) do total da procura.

Mesmo que o ouro tenha uma percentagem de investimento muito maior (31%) do total da demanda, num período de cinco anos, a prata é o vencedor claro quando se trata de quantidade total de metal (em onças) investidos pelo público:

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Os investidores compraram um total de 1.141 Moz (1,14 milhão onças) de prata entre 2011-2015, enquanto que o investimento de ouro foi de 223 Moz, em platina foi de 1,3 Moz e o paládio ficou em um distante quarto lugar em 0.2 Moz.

Estes números revelam uma “mentalidade” muito significativo ou “psicologia” de preferência dos investidores. É claro, a quantidade total em dólares de investimento em ouro dos Moz 223 é muito mais elevada do que os 1.114 Moz de prata, mas o volume de metal comprado, prova que os investidores têm uma verdadeira afinidade pela prata.

 

Porque o ouro e a prata serão os principais metais preciosos durante o próximo colapso financeiro: O ouro e a prata serão os principais ativo durante a próxima crise financeira, não a platina ou o paládio. Enquanto que a platina e o paládio poderiam fornecer ao investidor algum relativo valor de propriedade no futuro, o próximo colapso termodinâmico do petróleo irá destruir a capacidade do mercado de produzir ou consumir platina e paládio próximo dos volumes atuais.

Infelizmente, a maioria do público não tem nenhuma pista sobre investir em platina ou paládio e destes metais como reserva de valor. A maior parte do investimento nesses metais industriais são um hedge ou aposta contra a escassez de oferta futura ou picos de preços. Em vez disso, o ouro e a prata são mais conhecidos pelo público como dinheiro e verdadeiras reservas de valor.

Enquanto a prata é esquecida pela grande mídia e por muitos dos analistas de metais preciosos e considerada apenas como mais um metal industrial, é uma excelente reserva de valor, como o ouro. A única diferença é o seu custo de produção. No entanto, o custo de produção se tornará um indicador menos importante para o valor do ouro e da prata no futuro, quando os US$ 250 trilhões de derivativos em títulos, ações, imóveis e fundos de seguros evaporarem.

Infelizmente, muito poucas pessoas entendem o que está vindo em nossa direção. Em vez disso, eles se agarram a uma noção que, mesmo que um crash financeiro seja difícil, quando a poeira baixar, vamos começar a crescer e expandir nossa economia baseada em dinheiro real. Gente, o crescimento tal como a conhecemos, terá acabado para sempre.

É por isso que é importante entender as ramificações desta penhasco que se avizinha. Os investidores que entendem as implicações desse precipício irão considerar cair fora da maioria das ações, títulos e imóveis e se garantir em ouro e prata físicos.

 

Proteja suas economias em prata física antes que ela fique cara demais!

 

Fonte.

 

 

Deutsche Bank tenta (e não consegue) explicar porque não pôde entregar quantia em ouro a cliente

 

A notícia sem precedentes envolvendo o fracasso recente do Deutsche Bank em entregar o ouro físico sob demanda a um investidor continua a ressoar.

Um cliente de um fundo de commodity (Xetra) negociado em bolsa alemã, tentou obter acesso ao ouro que a ele tinha sido prometido no papel, levando a muita confusão sobre exatamente onde a falha para entregar o metal tenha ocorrido, seja por parte do fundo ou pelo patrocinador designado pelo fundo, e principal banco do cliente: o Deutsche Bank.

Em seguida, apareceu a estranha resposta fornecida pela Bolsa Alemã (Deutsche Börse), o que soou como se ela estivesse tentando passar a bola para o Deutsche Bank. Isto é o que ela disse:

“O Deutsche Börse Commodities GmbH salienta que os proprietários de unidades de ouro Xetra podem exercer o seu direito de entrega de ouro securitizados a qualquer momento. O ouro é entregue pela agência bancária em que o investidor tem conta – com a condição de que a agência ofereça este serviço , pois o ouro só pode ser entregue através do banco depositário do investidor.”

A resposta levou a ainda mais perguntas e protestos pelo público na Alemanha, o que pode explicar por que momentos atrás ninguém menos que o Deutsche Bank entrou na briga, fazendo algo que nunca foi feito antes: fornecer uma explicação para o motivo da falha em entregar o ouro na demanda do cliente. Ou pelo menos tentar.

Sua resposta:

“Como qualquer uma das instituições financeiras, o Deutsche Bank cumpre as obrigações especificadas no contrato de venda Xetra-Gold como uma questão de disciplina. Isto inclui reclamações para a entrega de ouro físico certificada pela Xetra-Gold. Isso deve ocorrer por meio do banco principal do investidor em conta de valores mobiliários do investidor.

O Deutsche Bank aceita tais ordens para a entrega de seus clientes. O investidor incorre nos custos descritos no contrato de venda, por exemplo, para a formação, a embalagem e o transporte segurado ao local de entrega.

Por este motivo recomendamos, em cada caso específico, uma avaliação individual da eficiência econômica de uma entrega física. Caso o pedido de um investidor para a entrega do ouro físico não sejam cumpridas imediatamente em casos individuais, isso vai ser revisto e uma solução individual será encontrada para o cliente.”

E assim esta foi mais uma não-resposta dada porque no mesmo comunicado de imprensa o Deutsche Bank tanto admite que “tem a obrigação de entregar o ouro“, como uma questão de disciplina, e em seguida, confirma tacitamente que não conseguiu fazê-lo, em primeiro lugar, dizendo que avalia a “eficácia econômica da entrega física”, algo que não deveria ter o direito de fazer, já que o contrato exige explicitamente que deve liberar ouro na demanda, e, em seguida, acrescenta que “caso o pedido de um investidor para a entrega de ouro físico não seja cumprido imediatamente em casos individuais, isso vai ser revisto e uma solução individual será encontrada com o cliente.

Como já sabemos, esta entrega de ouro físico falhou em pelo menos uma ocasião, e ao mesmo tempo somos consolados que o Deutche Bankestá revendo a situação e uma solução será encontrada com o cliente“, ele certamente não explica nem remotamente por que a ocorreu tal situação.

No entanto, o mais notável foi a rapidez com que cada entidade envolvida nessa falta de entrega, da Xetra-Gold, ao Deutsche Börse, e, finalmente, o Deutsche Bank, responderam com uma tentativa de aplacar as preocupações do público sobre a disponibilidade de ouro físico com declarações que, paradoxalmente, só levantaram preocupações sobre se o ouro, na verdade, ainda está lá.

Ainda resta ver se este caso individual se multiplicará, e levará a mais pedidos de resgate ouro, primeiro na Xetra-Gold, bem como em outros papéis semelhantes “lastreados em ouro“. 

 

Proteja suas economias em prata física antes que fique caro demais!

 

Fonte.

 

 

 

 

 

Em Águas Desconhecidas…

 

 

Notícias recentes tem dado destaque para os bilionários que migraram do mercado de ações, no último trimestre, para comprar ouro. Agora falemos de um “trilionário”.

Ele não está na lista “oficial” dos mais ricos do mundo, mas é porque os Rothschilds sempre foram os experts em guardar riquezas por séculos.

Quando o tataravô de Jacob, Mayer Amschel Rothschild, morreu em 1812, sua vontade foi que nenhum inventário público de sua propriedade deveria ser publicado e que nenhuma ação legal deveria ser tomada em relação ao valor de toda a herança. Também foi sugerido que os Rothchild fizessem acordos limitados, secretos e não registrados, de parceria para acumular riquezas.

Ao fim do século 19, estimava-se que a família Rothchild controlava pelo menos metade da riqueza do mundo. Nunca ninguém pode comprovar isto, é claro, porém os indicadores eram fortes. Dá para ver as “digitais” dos Rothchild em várias evidências ao longo da história. Na verdade, a família tem financiando os dois lados de todas as grandes guerras e também virtualmente cada banco central.

Agora, quando Jacob Rothchild fala que está comprando ouro porque os bancos centrais estão perdendo o controle, é de se achar graça. No entanto, sua afirmação é verdadeira. Em seu discurso semestral aos acionistas da RIT, Jacob Rothchild anunciou que estava reduzindo seus investimentos em ações e exposição cambial e reforçando suas reservas de ouro e finalizou advertindo que o mundo está adentrando em águas nunca antes navegadas e que as consequências são impossíveis de prever.

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Ele afirmou:

“Os últimos seis meses de análise nos mostram que os bancos estão vivenciando o que, certamente, será o maior movimento na política monetária da história do mundo.”

“Estamos navegando em águas desconhecidas e é impossível prever as consequências com essas taxas de juros baixas e com cerca de 30% da dívida pública mundial com rendimentos negativos, combinada com a flexibilização quantitativa em grande escala.”

Não é possível prever. Será um colapso gigantesco.

O desastre financeiro está se formando e Rothschild sabe tudo sobre ele. Ele é o melhor homem para prever o que vai acontecer porque ele e outras elites globalistas criaram a “linha do tempo” da catástrofe e têm regularmente analisado sua evolução.

E está ficando claro que esta linha do tempo da catástrofe está avançando. Para os observadores como nós – eu e você – ele está afirmando o óbvio. E para outros está tornando-se cada vez mais clara. Bilionários muito conectados estão alertando que as coisas estão indo muito mal.

Não é coincidência. O grande especulador George Soros começou a se mover pesadamente para o ouro há alguns meses, e assim também fez o seu companheiro Crispin Odey. E agora o próprio Jacob Rothschild está se movendo empara o ouro … Estamos certos de que já possuem enormes somas… mas ele está comprando ainda mais.

Rothschild e os outros querem nos fazer crer que eles estão preocupados com este estado das coisas. Ele está fingindo que ele está fazendo o seu movimento, porque ele está preocupado.

Ele não está preocupado. Ele SABE o que está acontecendo. Ele ajudou a planejar isso.

Eles estão agindo juntos. Mas é apenas um ato.

Rothschild, por exemplo, aponta que, apesar de que os bancos centrais continuam a imprimir mais dinheiro para impulsionar o mercados de ações, este crescimento está isolado da economia real. Na verdade, ele está basicamente alertando que os anos de impressão de papel e taxas de juros 0% destruíram economias ao redor do mundo.

Esta não é apenas uma especulação de nossa parte. Não é hipotética. Elites globais financeiras, e até mesmo as super elites agora, estão na corrida pelo ouro. Eles têm os meios para fazê-lo, mas, infelizmente, outros não. Estima-se que 0,5% da carteira do americano médio tem acesso a metais preciosos.

Se você ainda não começou a ter uma parte significativa de seus ativos fora do sistema financeiro (bancos, moedas fiat e o mercado de ações global), você está se preparando para ser uma vítima. Quando Rothschild anuncia que seu próprio sistema de banco central está em “águas desconhecidas”, e na “maior experiência na política monetária na história do mundo”, e move-se para o ouro … seria uma boa pensar mais seriamente em reservar suas economias em dinheiro concreto, como os metais preciosos.

Agora estamos nos aproximando de um grande acontecimento mundial. A maioria das elites globalistas não estão apenas de sobreaviso, mas avança para o investimento em metais preciosos e ações de mineração … e, aos poucos vão se ficando fora dos mercados globais de ações.

 

Preserve suas economias em prata física, antes que ela fique cara demais!

 

Fonte.

 

O colapso iminente de produção de prata e seu consequente disparo de preço

O sistema econômico e financeiro mundial está em uma situação bem pior que imaginamos. Novos relatórios indicam que um grande colapso está em vistas de acontecer, com resultados estrondosos.

Isto fará com que a produção de trata física despenque na próxima década.

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Mais uma vez, será bem pior do que imaginamos. Além disso, dados apontam para uma inevitável queda na indústria energética nos EUA e no resto do mundo.

De acordo com Louis Arnoux, em seu artigo “O Anoitecer da Era do Petróleo”:

“Em apenas 10 anos a estrutura econômica do petróleo estará simplesmente desintegrada”

No mesmo artigo Louis ainda diz, citando o gigane mineirador Hills Group:

“B. W. Hills reconhece que em 10 anos, o número de postos de extração de petróleo nos EUA se reduzirão em 75%”

E tem-se comentado que a produção de prata no mundo aponta para um colapso em um ritmo bem maior do que podemos prever.

Este é um gráfico que mostra a estimativa da produção de prata física no mundo:

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A produção de prata global vai provavelmente atingir o pico de 28.000 toneladas métricas (ou menos) … apenas 500 toneladas superior ao valor alcançado em 2015. Atualmente, a produção de prata global aumentou ligeiramente nos primeiros cinco meses de 2016 em relação ao mesmo período do ano passado.

Independente disso, o Federal Reserve (FED) e os que ainda tentam segurar o sistema econômico global encontrarão logo um grande muro à sua frente. E esse muro significa “a grande crise energética mundial”.

A noção de que a “elite” vai continuar a controlar o sistema monetário através da intervenção no mercado durante o próximo século é uma besteira completa. Assim, as teorias da conspiração que dizem que a elite terá um governo mundial, são completamente infundadas e carecem de qualquer sentido lógico.

Mais uma vez…. as coisas vão entrar em colapso em um ritmo muito mais rápido do que pensamos.

Assim, o colapso dos EUA e das indústrias mundiais de petróleo irá destruir o PIB global e a atividade econômica num ritmo muito mais rápido. Isso fará com que a desintegração da maioria dos ativos de papel e valores imobiliários aconteça em um ritmo alarmante. A única maneira de proteger a riqueza será em ouro físico e prata.

O relógio de tempo do colapso do sistema financeiro global acelerou consideravelmente.

 

Proteja suas economias em prata física antes que ela fique cara demais!

 

Fonte.

 

 

Agora é o primeiro-ministro japonês ABE que prevê que a catástrofe econômica global é iminente

Catástrofe econômica mundial é iminente, diz o primeiro ministro Shinzo Abe.

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Uma catástrofe econômica está prestes a se desencadear, pelo menos é o que apontam os indicadores financeiros.

Investidores importantes tradicionais, profissionais e privados, têm alertado sobre uma catástrofe financeira global iminente. Agora, adicione o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe a essa lista dos que acreditam em um colapso de ordem global.

George Soros, Stanley Druckenmiller, e Carl Icahn, entre outros, todos fizeram algumas declarações fortes. Eles também têm reconfigurado suas carteiras e, tomado posições em ouro e prata, ajudaram a espremer o mercado.

O último a aderir a esta lista de pessimistas foi primeiro-ministro japonês Shinzo Abe. Na última reunião do G7 ele alertou sobre a próxima crise global.

Em coletiva à imprensa, na cúpula do G7, no primeiro dia de reuniões, Abe falou aos jornalistas que “Chegamos a um entendimento comum de que a economia mundial está enfrentando sérios riscos”.

Shinzo Abe estava tentando obter apoio para um estímulo fiscal global, de acordo com relatórios. Ele disse aos membros do G7 que os tempos atuais lembram a “era pós-Lehman” em 2008. O Lehman faliu em setembro daquele ano e até o final de 2009, os mercados de ações perderam metade de seu valor.

Ele até mesmo exibiu uma série de gráficos que suportam a sua posição de que estamos à beira de um colapso econômico massivo.

Ele mostrou como as commodities afundaram 55%, exatamente a mesma proporção que caiu durante a última crise, em 2008.

commodities price

O primeiro ministro também mostrou como os indicadores de crescimento dos mercados emergentes desaceleraram para perto de níveis de 2008, também.

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Abe queria que os outros países do G7 emitissem um aviso público sobre o que ele acredita que vai acontecer ao seu país e ao mundo a partir deste ponto.

Em vez disso, os comentários de Abe receberam um apagão na mídia mundial. Alguns meios de comunicação mencionaram, mas não como notícia de primeira página. Nós mesmos sequer ouvimos sobre isso até há pouco.

Você pensou que isso seria uma grande notícia. O primeiro-ministro de uma das maiores economias do mundo não só fez uma apresentação dizendo que estão à beira de uma catástrofe econômica, não só no Japão, mas em todo o mundo e isso varrido para debaixo do tapete.

A grande mídia explicou que Abe realmente tinha que dar o alarme, porque ele queria adiar um aumento de impostos significativa no Japão. Porém, recentemente, o bilionário investidor Bill Gross concordou com Abe, certamente quando se trata do Japão. Ele disse em uma entrevista que o Japão não é realmente mais solvente.

Imagine se Barack Obama fizer um apelo no G7 para que todos devam se preparar para um Armageddon econômico e até mesmo trouxer fatos e dados para apoiar sua posição … ele iria mandar mercados acionários mundiais para o fundo do poço. Em vez disso, Barack apregoa que alguém dizendo que a economia dos EUA está indo mal é apenas “fofoca”.

A última coisa que os líderes do G7 querem é alarmar excessivamente as pessoas e, portanto, para se prepararem para uma catástrofe econômica mundial.

A ideia não é se preparar para uma catástrofe econômica de proporções globais…

Pode até ser que o papel de Abe estava de alguma forma pré-planejado para alertar os líderes e, assim, gerar manchetes que mostram discussões ao mais alto nível.

O FMI e o Banco Mundial também advertiram sobre uma crise econômica iminente … mesmo Alan Greenspan. Pós-colapso, eles sempre podem apontar para avisos como os de Abe para dizer que eles entenderam o que poderia acontecer, mas que nenhuma dessas advertências foi tomada como significativa.

Por esta razão, a maioria das pessoas vai ser pega de surpresa pelo colapso exatamente como o correu na crise em 2008.

Mas algumas pessoas não, no entanto…

 

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